
Mais uma moedinha, mais uma voltinha, que é como quem diz mais uma competição, mais um título.
O jogo foi fraquinho, algo pachorrento, mas o mais importante foi a vitória do Porto. O FCP marcou muito cedo, depois de um excelente passe do Meireles e de uma conclusão simples e eficaz, bem ao estilo do Lisandro. Podiam ter sido mais, mas seria injusto para um Paços que deu sempre tudo o que tinha e que encarou este jogo como o jogo da vida. E era. Na verdade, esta era uma oportunidade que só surge de 20 em 20 anos e mesmo tendo o Porto pela frente, havia que dar tudo. Se o jogo foi pachorrento não foi por culpa do Paços, pois jogou sempre olhos nos olhos e nunca fez jogo negativo.
O golo muito madrugador provocou no Porto um sentimento de dever cumprido. Os jogadores, a partir daquele momento, sentiram que a coisa estava feita. Por muita boa vontade que o Paços tivesse, seria muito difícil para o Porto sofrer um golo. Foi um jogo quanto baste dos Tetra campeões, proporcionando desta forma a sua 14º Taça de Portugal.
Para além do jogo, há a enaltecer a oficialização da renovação do Jesualdo. Se a renovação não foi surpresa para mim, os dois anos de prolongamento já foi. Não estava à espera de uma renovação de dois anos, mas estou igualmente de acordo. A intenção do presidente é clara, isto é, Pinto da Costa quer bater mais dois records. Um para o próprio Jesualdo, pois tem a hipótese de entrar para a história do futebol Português, conseguindo ser Penta Campeão e o outro record para o próprio Futebol Clube do Porto: Pinto da Costa quer um Porto, não Vintage, mas sim Hexa! Vamos lá a isso!!