sábado, 9 de dezembro de 2006

A razão pela qual o processo não anda

Os vários magistrados do processo ‘Apito Dourado’ foram submetidos durante meses a fio, em 2004 e 2005, à vigilância de detectives privados, visando a sua vida privada e familiar, incluindo a orientação sexual.

Carlos Teixeira, procurador titular do ‘Apito Dourado’, foi o mais visado, chegando a ser perseguido durante a noite à saída do Tribunal de Gondomar. As vigilâncias incluíram dirigentes e inspectores da PJ, além de funcionários judiciais, para tentar condicionar e obstruir a acção dos profissionais da Justiça. Todos os pormenores, em exclusivo, na edição do CM deste sábado.


Isto é um lamaçal autêntico. Fico com a sensação de que estes senhores mandaram autenticamente no PAÍS durante anos a fio. E isto deve ser só a ponta do iceberg.

Se tivesse um botão para deixar de gostar do futebol e do Benfica, ligava-o imediatamente.

2 comentários:

  1. Um país com uma justiça que assobia para o lado perante pessoas como Pinto da Costa, Valentim Loureiro, Isaltimo Morais e Fatima Felgueiras... Não é um país, mas sim um povo que vive em manada, como gado, é o que nós somos...

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  2. Compreendo este desabafo!

    Mas o que podemos fazer?

    Num pais em que mudam os governos e a M**** é a mesma, o juizes dizem não ter condições de trabalho, os advogados conseguem de um criminoso fazer dele um heroi!

    Reparem no processo CASA PIA, a culpa ainda vai ser do miudos por tinham C*, porque se não tivessem nada disto tinha acontecido.

    Para terem uma ideia, tenho um processo em tribunal contra uma seguradora á SETE ANOS, e até ao momento nada, e a culpa não é das instalações, pois o tribunal foi inaugurado a cinco anos.

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