quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Benfica - 0 Villareal - 1

Por problemas técnicos aos quais sou alheio, não me foi possível fazer a análise atempada do jogo de ontem entre Benfica e o Villareal. Realmente, depois daquela derrota, só me faltava chegar a casa e não ter Netcabo. Conclusão, alguém tinha de padecer, e esse alguém foi o operador de call center da NETCABO. Não sei se fui justo ou injusto, mas o que é certo é que a internet nunca esteve tão rápida.

Bom, depois deste prólogo, e embora não me apeteça falar muito deste jogo, tal a desilusão com que saí do estádio, queria dizer o seguinte:

A equipa não fez um grande jogo, em muito momentos até foi dominada e andou a correr atrás da bola; mas também não fez um jogo mau, desenhou aliás várias jogadas perigosas e respondeu sempre às investidas da equipa espanhola. A diferença entre as duas equipas foi determinada por um remate de muito longe, um remate que nunca deveria ter entrado, e que em condições “normais” não entraria, mas que entrou.

Não quero queimar o jovem Rui Nereu, mas qualquer GR tinha obrigação de defender aquele remate.

As contas estão mais complicadas. No minimo o Benfica tem de vencer um jogo e empatar outro.

1 comentário:

  1. Referiria ainda, para que conste:

    Além da infelicidade do golo e de um Simão fisicamente defensivo,um Karagunis por vezes a confundir bonitos com virtuosismo e um Giovani aquém do seu melhor.

    Como pontos positivos: um grande Manuel Fernandes, um Petit ao mehor nível e um Nuno Gomes inconformado.

    Excelente surpresa: a acutilância atacante de Leo, de cuja acção esteve por um triz o golo do empate nos últimos instantes do jogo. O que não desmereceria nem ao jogador nem ao Benfica.

    ResponderEliminar